“…nada TENDO, mas possuindo tudo.” (2 Co.6:6)”

Há uma pseudo ideia de que TER é mais importante do que SER. Nem sempre aquele que muito possui é agradável aos olhos de Deus. A ânsia do TER corrompe o caráter do SER. TER pode ser algo instantâneo, rápido, repentino. Da mesma que vem, vai também.
Felicidade, por exemplo, precisa ser um estado de alma, não efêmero. Grande diferença há entre Ser Feliz e Ter momentos Felizes. O primeiro é duradouro e, tal qual corrente contínua, levam emanações positivas de alma para alma. Ou seja, é algo que se transmite. O Segundo consiste em meros instantes de prazer que colorem uma existência vazia, muitas vezes carente da Palavra Divina.
Paulo deu lições à Igreja de como ela pode e deve desvencilhar-se do TER para SER alguém diante de Deus (2 Co. 6:1 a 10). Cabe a nós, Soldados do Evangelho, não dar nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o ministério não seja censurado.
Felicidade, por exemplo, precisa ser um estado de alma, não efêmero. Grande diferença há entre Ser Feliz e Ter momentos Felizes. O primeiro é duradouro e, tal qual corrente contínua, levam emanações positivas de alma para alma. Ou seja, é algo que se transmite. O Segundo consiste em meros instantes de prazer que colorem uma existência vazia, muitas vezes carente da Palavra Divina.
Paulo deu lições à Igreja de como ela pode e deve desvencilhar-se do TER para SER alguém diante de Deus (2 Co. 6:1 a 10). Cabe a nós, Soldados do Evangelho, não dar nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o ministério não seja censurado.
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